Jantar, rosas, chocolates: o Dia dos Namorados transforma-se depressa num ritual obrigatório. Ora o que marca um parceiro ou uma parceira não é o valor gasto, é o «pensaste em nós».
Personalizar em vez de gastar
Um presente caro mas genérico diz «cumpri a obrigação». Um presente pessoal, mesmo modesto, diz «eu ouvi-te». É toda a diferença entre impressionar e emocionar.
Ideias que fogem ao cliché
- Repetir o vosso primeiro encontro, no mesmo sítio.
- Uma carta que conta porque é, precisamente, aquela pessoa.
- Um objeto ligado a uma recordação comum (um bilhete, uma fotografia emoldurada).
- Uma canção personalizada que recupera a vossa história - o encontro, as alcunhas, as vossas manias.
A declaração em canção
Nada diz «amo-te» como uma canção escrita para a outra pessoa: é uma declaração que se pode voltar a ouvir, ao contrário de um bilhete deixado numa noite. Escolha um estilo com que se identifique e deixe a letra dizer aquilo que raramente se atreve a dizer em voz alta.
Sem exagerar
A emoção não precisa de grandes encenações. Uma canção posta a tocar no momento certo, a dois, vale mais do que todos os restaurantes cheios de 14 de fevereiro.
Esquecem-se os jantares; guarda-se aquilo que foi escrito para nós.
Para reter
Aposte no pessoal em vez do caro, ancore o presente numa recordação comum e escolha um momento íntimo para o oferecer.
